Gestão do Risco Operacional
“Risco Operacional é o risco associado a perdas que directa ou indirectamente resultam da inadequação ou deficiência de processos internos, de pessoas, de sistemas ou de eventos externos, incluindo riscos legais e excluindo riscos estratégicos e de imagem.”
Fonte: BIS Basel Committee

A Gestão de Risco Operacional é um tema de grande importância em relação ao qual recentemente assistimos a um esforço de sistematização dos processos que lhe são inerentes.
O processo de gestão de risco pode parecer simplista e demasiado teórico, mas observa-se que empresas que falham no desenvolvimento de um sistema básico que contemple riscos e/ou os seus controles, têm grande probabilidade de entrar em descontinuidade, dada a crescente exposição a fraude e erros.
As instituições financeiras, particularmente os Bancos e Seguradoras, têm dado mais atenção ao risco operacional. Uma das razões que explica este interesse crescente tem a ver com o facto do acordo Basileia II, incluir pela primeira vez de forma explícita a variável “risco operacional” no cálculo dos requisitos da capital.

Fonte: ABANC
Os modelos matemáticos desenvolvidos para estimar a exposição ao risco são eficientes, mas nunca serão suficientes sem a gestão adequada do Risco Operacional da cada organização em concreto. Esta passa por criar uma consciência de controlo desse risco dentro das organizações.
A Implementação do RiskReady pressupõe a realização das seguintes actividades:

A natureza inerente ao risco operacional obriga à utilização e combinação de diferentes métodos para a seu adequado avaliação e controlo.
A Methodus integra sob uma única responsabilidade serviços e ferramentas concretas e com resultados comprovados, que cobrem as necessidades de Operational Risk Management (ORM), ou seja, uma metodologia capaz de identificar, monitorizar e quantificar as principais causas de perdas operacionais da instituição e a implementação da estrutura organizacional e dos processos que suportem uma efectiva gestão do risco operacional.
A arquitectura de processos e sistemas que propomos deverá ser a base para o suporte dos futuros processos de melhoria operacional.

O risco operacional deriva da qualidade da organização interna. As dificuldades para o quantificar são várias, dadas as questões com a sua objectividade, uniformidade e quantificação.

Aumentar a eficiência e eficácia dos processos de Gestão do Risco Operacional
– Reduzir a exposição ao risco operacional
– Reduzir a possibilidade de falhas catastróficas
– Quantificar e classificar as perdas operacionais
– Implementar melhores práticas de gestão através de acções de mitigação
– Garantir o cumprimento os requisitos inerentes aos modelos Standardized Approach e AMA
Identificar oportunidades de melhoria de processos
Melhorar o desempenho dos processos administrativos
– Aumentar a produtividade das áreas de auditoria e controlo interno
– Disponibilizar informações para a tomada de decisões estratégicas

